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Roubo seguido de morte, uma vida interrompida...

Aconteceu do dia 25 para o dia 26 de abril de 2022. O caso repercutiu em todo lugar mas foi sentido mesmo, por seus familiares e amigos.

O assassinato de um jovem de 21 anos, Renan Loureiro, cheio de sonhos e com uma promessa de vida longa [...]


Mais uma vida que foi interrompida pela marginalidade de São Paulo.


Ele tinha sido promovido no trabalho recentemente e voltava para casa após um dia exaustivo, tanto ele como sua namorada, ansiavam pelo descanso, e no caminho da volta pra casa foram surpreendidos pelo marginal.


Todos falaram do caso apenas como o garoto que foi assassinado. Mas isso vai muito além.


Os pais do Renan perderam um filho, a família um membro, os amigos um amigo, a namorada seu par, a empresa seu colaborador. Todos perderam. E ele perdeu a sua vida.

Esse caso me tocou profundamente porque poderia ter sido eu ou um dos meus. E decidi criar esse artigo pra dizer à todos que poderia ser um de nós ou um dos seus. Para dar a todos sede de justiça!


É injusto saber que trabalhadores não são respeitados. É cruel ter em mente a preocupação de voltar pra casa e ser morto ou assaltado. O bandido fez o Renan ajoelhar. (O cara estava sendo assaltado e ainda teve que ajoelhar).


Que mundo é esse em que estamos vivendo?

E sabe o assassino? – Ele teve direito de falar sobre o que aconteceu. (Precisávamos de uma pena de morte no Brasil, vida se paga com vida). Acxel Gabriel de Holanda Peres de 23 anos diz ter de arrependido do que fez, mas infelizmente, isso não foi o bastante para recuperar a vida de Renan, ou seja não muda nada.


Precisamos falar sobre o respeito aos trabalhadores, sobre a segurança nas ruas. Sobre a justiça funcionar. Fazemos a moeda desse país girar, entregamos o nosso melhor quando estamos trabalhando. Merecemos respeito.


Todo o tipo de trabalho é cansativo, todo tipo de trabalho tem suas dificuldades, mas com experiência em ter trabalhado numa cafeteria, falo com propriedade:

- Após concluirmos a jornada de trabalho tudo o que queremos é chegar em casa e descansar. E merecemos ter essa segurança ao retornar às nossas casas.


Não somos apenas pessoas que fazem uma empresa funcionar, não trabalhamos apenas para pagar boleto. Somos humanos que precisam de segurança. E nesse caso pessoas que querem ver a justiça acontecendo.


À justiça:

Não permita que o assassino fique dando entrevistas, por favor, em respeito à dor da família e em respeito à voz do Renan que foi interrompida. Se existe “defesa” ao caso dele que seja realizada apenas em tribunal. A sociedade só quer informações de justiça à ele, não queremos ouvi-lo.


À família Loureiro:

Perder alguém que a gente ama é como perder um pedaço do que somos e sentir o impacto do vazio toda vez que íamos fazer algo que só seria único se aquela pessoa especifica estivesse presente. Costumo dizer que sentimos a ausência da presença de quem foi. E isso dói. Com o tempo curados a ferida e vivemos o luto por completo. Mas a cicatriz ficará pra sempre. Desejo força para esse processo árduo de cura. E desejo justiça para o causador dessa crueldade absurda. Meus sentimentos família Loureiro.


Que a justiça seja feita.


Por hoje é isso aqui, e se precisar ouvir...

- Andressa Fala Aqui"

@Afragmentada_



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