Se você não escuta o que digo, não espere continuar ouvindo minha voz
- Andressa Melo
- 8 de jul. de 2024
- 2 min de leitura
Tudo começou quando...
Até parece que realmente iríamos começar essa conversa assim, o tanto de coisa que me levou a trazer esse assunto aqui para discutirmos vai além do post de Instagram, retirado de um livro, excelente inclusive o autor, mas o post em questão, digno de dizer aos meus queridos brasileiros cansados: - Desconsiderem essa informação, por favor.
"Use o diálogo. Você já tem idade o suficiente para dizer o que sente em vez de ficar em silêncio achando que o outro tem a obrigação de entender"
Livro: talvez sua jornada agora não seja sobre você
Autor: Iandê Albuquerque
O que você acha sobre isso de que o outro já tem idade o suficiente para dizer o que sente em vez de ficar em silêncio esperando que adivinhem sobre seus sentimentos, como foi colocado no conteúdo acima...
Li uma vez que diálogo é ação e não blá-blá-blá, concordo totalmente, independente da sua opinião entre falar ou calar, temos que concordar com uma coisa, conversas para resolver problemas sem mudança de comportamento, não é nada mais nada menos que um desperdício de tempo.
Concordo que devemos falar como nos sentimos, discordo que precisamos fazer isso mais de três vezes, e ainda considero uma tolerância altíssima.
Reuniões no serviço, por exemplo, usamos aquele tempo e várias pautas para alinhar ideias, regras, demandas e resolver os problemas que acontecem, na próxima reunião o intuito é que as temáticas abordadas sejam outras. Porque isso é evoluir no diálogo, mudar os temas das problemáticas, essas sempre vão existir, mas não podemos perder tempo com as mesmas coisas de sempre, é disso que eu tô falando.
Pessoas que vendem diploma de maturidade devem rever o conteúdo que as formaram, porque ao exigir que os outros usem o diálogo como forma de provar maturidade, devem compreender que também é maturidade a autoanálise de nossas ações no decorrer da vida. Ou seja, quando acharem que o outro é infantil por ignorar coisas que conversas não foram capazes de resolver, revisem como vocês (maduros) se comportam após diálogos.
É claro que vou continuar falando, mas não desperdiçando o meu tempo e as minhas palavras com pessoas que não escutam.
Minha voz é para todos, mas não acredito em para sempre.
E você, é a favor de diálogos mesmo que eles não resultem em mudanças de comportamento? Me conta lá no Instagram, vou adorar saber…




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